Categoria: Seleção Brasileira

Dorival Júnior é o novo técnico da Seleção Brasileira

Dorival Júnior assume a importante posição de treinador da Seleção Brasileira, aceitando o convite do presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues. Aos 61 anos, o experiente profissional deixará o São Paulo para suceder Fernando Diniz, demitido na última sexta-feira (5).

O anúncio oficial está programado para os próximos dias, aguardando apenas a conclusão de detalhes burocráticos. Enquanto isso, Dorival Júnior já informou sua decisão ao clube do Morumbi, que agora busca alternativas no mercado. A transferência do treinador implicará no pagamento da multa rescisória de seu atual contrato, aproximadamente R$ 4 milhões.

Os bastidores da negociação se desenrolaram ao longo da semana, coincidindo com a recondução de Ednaldo Rodrigues à presidência da CBF por meio de uma liminar concedida pelo ministro do STF, Gilmar Mendes. Ao reassumir o cargo, o dirigente tomou a rápida decisão de demitir Diniz e iniciou as conversas com Dorival.

Originário de Araraquara, o paulista expressou inicialmente preocupações devido à turbulência política na CBF, marcada por intensas disputas e um movimento para a saída de Ednaldo. No entanto, sua apreensão foi amenizada ao constatar que o favorito para suceder o presidente em caso de nova eleição, Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da FPF (Federação Paulista de Futebol), é simpático ao seu trabalho.

 

“Vocês vão ter que me engolir!” Veja as famosas frases do Lobo Zagallo

A carreira de Mário Jorge Lobo Zagallo, conhecido carinhosamente como Zagallo, é um capítulo imortal na história do futebol brasileiro. Nascido em 9 de agosto de 1931, Zagallo tornou-se uma figura lendária tanto como jogador quanto como treinador, deixando um legado indelével no cenário esportivo mundial. A morte de Zagallo foi divulgada em uma nota publicada em suas redes sociais, na madrugada de sábado (6). 

Como jogador, Zagallo iniciou sua jornada nos gramados no América (RJ) em 1948, mas foi no Fluminense que ele floresceu como uma estrela do futebol brasileiro. Atuando como ponta-esquerda e ponta-direita, ele conquistou vários títulos, incluindo o prestigiado Campeonato Carioca, e estabeleceu-se como um jogador habilidoso e determinado.

Entretanto, foi na seleção brasileira que Zagallo eternizou seu nome. Participando de três Copas do Mundo como jogador (1958, 1962 e 1966), ele desempenhou papéis cruciais nas conquistas do Brasil em 1958, na Suécia, e em 1962, no Chile. Sua contribuição para a seleção durante esses anos dourados do futebol brasileiro é insubstituível.

Após encerrar sua carreira como jogador, Zagallo trilhou o caminho dos treinadores, consolidando-se como uma mente estratégica e taticamente astuta. Seu auge como treinador foi marcado pela conquista da Copa do Mundo de 1970, no México, quando liderou uma equipe repleta de estrelas até o tricampeonato mundial.

“Vocês vão ter que me engolir!” proclamou Zagallo em 1998, respondendo a críticas da imprensa e demonstrando sua inabalável determinação. Esta frase emblemática encapsula a personalidade forte e a paixão que ele trouxe ao futebol.

Zagallo é mais do que uma lenda esportiva; ele é um símbolo do futebol brasileiro, um patriota que contribuiu significativamente para o desenvolvimento do esporte em seu país. Sua trajetória é uma fonte de inspiração para gerações de jogadores e treinadores, e seu legado perdurará como parte integral da rica tapeçaria do futebol mundial. Agradecemos a Deus pelo tempo que tivemos ao lado desse eterno tetracampeão, e sua presença continuará a ecoar através das lembranças e exemplos que deixou para trás.

 

 

 

Abaixo estão algumas frases notáveis atribuídas a ele:

  1. “Vocês vão ter que me engolir!”
    • Essa famosa declaração foi feita por Zagallo em 1998, quando ele estava trabalhando como coordenador técnico da Seleção Brasileira. Ele reagiu às críticas da imprensa e dos torcedores.
  2. “Futebol se ganha com gols.”
    • Embora essa seja uma afirmação bastante óbvia, Zagallo a proferiu em diferentes ocasiões, destacando a importância fundamental de marcar gols para vencer no futebol.
  3. “Garrincha driblava porque a mãe dele não deixava jogar futebol dentro de casa.”
    • Zagallo fazendo uma observação engraçada sobre o lendário jogador Garrincha, ressaltando o talento natural do jogador para o drible.
  4. “A única seleção que se preocupava com a seleção do Brasil era a nossa.”
    • Uma declaração que destaca a autoconfiança e o orgulho de Zagallo em relação à Seleção Brasileira durante a época em que ele era jogador e treinador.
  5. “Eu queria ser o Pelé.”
    • Zagallo revelando um desejo pessoal em relação ao seu contemporâneo e companheiro de equipe, Pelé, mostrando a admiração que ele tinha pelo lendário jogador brasileiro.
  6. “O empate é o resultado que menos nos interessa.”
    • Essa frase ressalta a mentalidade ofensiva de Zagallo, enfatizando sua preferência por buscar a vitória em vez de se contentar com empates.

É importante notar que muitas dessas frases foram ditas em contextos específicos e podem ter sido interpretadas de maneiras diferentes. No entanto, elas contribuem para a personalidade marcante e a história controversa de Zagallo no mundo do futebol.

Zagallo, lenda do esporte brasileiro. Veja a sua carreira

Mário Jorge Lobo Zagallo, conhecido como Zagallo, foi uma figura icônica no futebol brasileiro, tanto como jogador quanto como treinador. Sua carreira se destacou por várias conquistas e contribuições significativas para o esporte. A morte do ex-jogador e ex-treinador foi divulgada em uma nota publicada em suas redes sociais. A carreira de Zagallo é marcada por seu sucesso como jogador e treinador, contribuindo significativamente para a rica história do futebol brasileiro. Ele é respeitado como uma lenda do esporte no Brasil.

Aqui está uma visão geral de sua carreira:

Como jogador:

  1. Clubes: Zagallo iniciou sua carreira como jogador no América (RJ) em 1948, e em seguida jogou no Fluminense, onde ficou por grande parte de sua carreira.
  2. Posição: Atuou como ponta-esquerda e ponta-direita durante sua carreira.
  3. Conquistas com o Fluminense: Ganhou vários títulos com o Fluminense, incluindo o Campeonato Carioca em diversas ocasiões.

Seleção Brasileira:

  1. Copas do Mundo como jogador: Participou de três Copas do Mundo como jogador: 1958, 1962 e 1966.
  2. Títulos Mundiais: Zagallo foi parte fundamental da equipe que conquistou a Copa do Mundo de 1958 na Suécia e a de 1962 no Chile. Ele também jogou na Copa de 1966 na Inglaterra.

Como treinador:

  1. Início da carreira: Zagallo começou sua carreira de treinador em clubes brasileiros, como o Botafogo e o Flamengo.
  2. Copa do Mundo de 1970: Treinou a Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1970, no México, conquistando o tricampeonato mundial. Essa equipe é lembrada por seu estilo de jogo ofensivo e habilidades excepcionais de jogadores como Pelé, Jairzinho, Rivelino e outros.
  3. Outros cargos: Zagallo continuou sua carreira como treinador, assumindo diversos clubes e seleções nacionais ao redor do mundo.

Contribuições para o futebol:

  1. Estilo de jogo: Zagallo era conhecido por sua abordagem ofensiva e suas contribuições para o desenvolvimento do futebol brasileiro.
  2. Participação em Copas do Mundo: Participou de nove Copas do Mundo, quatro como jogador e cinco como treinador, um feito notável.

 

“Estão desrespeitando a Seleção Brasileira”, dispara Galvão Bueno

O renomado narrador Galvão Bueno utilizou suas redes sociais para realizar um longo desabafo, expressando sua insatisfação em relação à atual situação da seleção brasileira e criticando a postura da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) no caso Carlo Ancelotti. O treinador, que havia sido especulado como futuro técnico da equipe nacional, renovou seu contrato com o Real Madrid.

Em suas palavras, Galvão Bueno disparou contra a CBF, destacando a falta de definição na presidência e na comissão técnica, além da ausência de um time consolidado. O narrador ressaltou o desrespeito à história da seleção brasileira, mencionando a atual condição de presidente interino, técnico interino e a incerteza em relação ao time.

“Os dirigentes da CBF continuam desrespeitando a história da seleção brasileira. Nós temos um presidente interino, temos um técnico interino e não temos time. Essa é a verdade. Não temos presidente da CBF, técnico da seleção e não temos time”, declarou Galvão Bueno.

O narrador expressou sua indignação com a situação, caracterizando-a como vergonhosa e desrespeitosa para com as conquistas históricas da seleção brasileira e seus jogadores. Ele enfatizou a dificuldade de encerrar o ano dessa maneira e lamentou a falta de clareza em relação ao futuro da equipe.

Galvão Bueno encerrou seu desabafo relembrando o aniversário da morte de Pelé, que completava um ano na época do desabafo. Dirigindo-se ao ícone do futebol brasileiro, Galvão expressou um pedido de desculpas simbólico, afirmando que os dirigentes não têm noção do impacto de suas decisões no futebol brasileiro.

“Pelé, pra você eu poderia dizer ‘desculpe amigo, perdão. Eles não têm noção do que fazem e do mal que fazem ao futebol brasileiro'”, concluiu o narrador.

CBF deixa a Seleção à deriva

A tão aguardada espera por Carlo Ancelotti, 64 anos, chegou ao fim, mas não da maneira que a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) havia planejado. Nesta sexta-feira (29), o Real Madrid anunciou a renovação do contrato com o italiano até 2026, frustrando os planos da entidade de tê-lo como treinador da Seleção Brasileira em 2024.

O desfecho representa um golpe significativo para a CBF, que enfrentou uma temporada desastrosa desde a saída de Tite após a última Copa do Mundo, em 2022, no Qatar. Ao longo de 2023, a entidade apostou em dois interinos, Ramon Menezes e, posteriormente, Fernando Diniz, este último contratado com a expectativa de ceder espaço para Ancelotti.

O acordo com Ancelotti, aparentemente costurado por Ednaldo Rodrigues, destituído pela Justiça do Rio de Janeiro, causou tumulto político na CBF. A escolha de Jose Perdiz, presidente do STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva), como interventor, agravou ainda mais a crise.

Enquanto a política tumultuada se desenrolava nos bastidores, a seleção brasileira enfrentava uma crise técnica em campo. As derrotas inéditas nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026, somadas ao desempenho instável de Fernando Diniz, resultaram em um período conturbado.

Diniz, anunciado em julho de 2023, fechou a temporada com o terceiro pior início de um treinador à frente da seleção, registrando uma sequência de derrotas nas Eliminatórias e um aproveitamento de apenas 39%. A ausência de vitórias convincentes e o revés como mandante contra a Argentina no Maracanã aumentaram as dificuldades.

O histórico da seleção brasileira, mantido pela RSSSF Brasil, destaca Diniz como o terceiro treinador com pior início, atrás apenas de Paulo Roberto Falcão e Chico Netto. A pressão sobre Diniz aumenta, especialmente considerando o cenário de reformulação do elenco após os fracassos nas últimas Copas do Mundo.

Apesar das estatísticas desfavoráveis, Diniz defende seu trabalho como parte de um processo de mudança e lamenta a perda de Neymar, cuja lesão grave o afastará por até 12 meses. O futuro do comando da seleção brasileira permanece incerto, com a indefinição sobre quem estará à frente da equipe na próxima Copa América, em 2024, nos Estados Unidos.

A turbulência política na CBF, envolvendo uma intervenção judicial e desafios da FIFA e da Conmebol, complica ainda mais a situação. Enquanto a Justiça brasileira determina eleições em janeiro, entidades internacionais buscam inspecionar a situação antes de reconhecer qualquer mudança. O desfecho dessa trama política pode influenciar diretamente o futuro da seleção brasileira e, consequentemente, o destino de Fernando Diniz.