O futebol capixaba que deu certo

Este é o título de uma reportagem sobre a Copa A Gazetinha publicada no jornal A Gazeta e ele diz uma verdade sobre a competição.

Afinal, se o futebol profissional capixaba não consegue se firmar no cenário local e nacional, a Copa A Gazetinha vem há quatro décadas fazendo sucesso, movimentando o futebol infanto-juvenil do Espírito Santo e até de outros estados, tornando-se a mais importante competição de futebol da chamada categoria de base do Brasil, revelando todos os anos jovens atletas que, descobertos por grandes clubes, abraçam a carreira de futebolistas, alguns com sucesso, chegando à Seleção Brasileira e jogando em clubes famosos do exterior.

A lista de craques saídos da Copa A Gazetinha é enorme e a todo ano ela cresce mais ainda. Um dos primeiros foi Eurico Batalha, que jogou em clubes cariocas e na Arábia Saudita.

Depois, entre centenas de bons jogadores, apareceram Antônio José, Jacimar, Walace, Fernando Batalha, Eurico Batalha, Douglas, Régis, Bartô, China, Mauro Soares, Geovani Silva, Carlos Germano, França, Werlesson, Dedé, Nilson, Pedro Renato, Moisés, Bil, Jean, Marquinhos Capixaba, Sávio, Fabiano Eller, Vanderson e Ely Tadeu, entre muitos outros. Na lista das revelações aparecem ainda Maxwell, Jussiê, Gladstone, Thiago Martinelli , Ramon, Cicero, Kieza e Kleber.

Todos esses jogadores atuaram ou ainda atuam em grande clubes no Brasil e no exterior. Mas como esta competição surgiu e chegou a este patamar de sucesso? É a história que contamos aqui na Nossa História.

 

Capa do Suplemento Infantil Gazetinha revela o início do torneio que virou a maior competição infanto-juvenil do Brasil

 

 

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